sábado, 29 de setembro de 2012

Parnasianismo: Uma literatura rebuscada?

O Parnasianismo é uma escola literária desenvolvida na década de 80 do século XIX, é resultado da ambigüidade do momento histórico que marcou a passagem do século IX para o século XX.
Nesse período as grandes potências brigavam para conquistar os mercados consumidores e aqueles que forneciam matéria-prima e foi nessa época que se desenvolveu a política do neocolonialismo e do imperialismo. Como resultado de tais processos foi possível identificar duas situações diferentes:
O progresso das indústrias e o capitalismo em expansão proporcionaram um ambiente eufórico, uma sensação de bem-estar. Tais situações facilitaram o aumento do consumo e a modernização da urbanização. Contudo, o aumento do consumo criou grupos de excluídos, o movimento operário se organizou e greves surgiram, proporcionando um ambiente desagradável, sentimentos como insegurança e pessimismo eram sentidos. Leia mais !!!!!

 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Atividade: Brincando de ser poeta



Bom ... agora vamos fazer uma atividade bem interessante para aprimorar ainda mais o nosso conhecimento sobre o Parnasianismo.

Título:  Brincando de ser poeta
Segmento: 2ª série do Ensino Médio
Metodologia de ensino: Sociointeracionista
Ferramentas da web 2.0: blog e youtube
Objetivos Gerais: Promover a interação entre os alunos
Objetivos específicos: 
  • Identificar a diferença entre Linguagem verbal e não-verbal;
  • Reconhecer a poesia como forma de expressar ideias e pensamentos;
  • Aplicar diferentes tipos de recursos poéticos.

Bibliografia: CEREJA, Roberto Cereja. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000.

Esta atividade vai começar em sala de aula, da seguinte maneira:
1º Formar grupos de 3 a 5 participantes;
2º Escolher um tema entre os sugeridos ou outro de acordo com a decisão do grupo e expressar através de imagens e palavras suas ideias, em forma de poesia.
4º Para executar esta etapa da atividade cada grupo deve dispor de uma cartolina, lápis de cor e canetinhas para colocar o poema em forma de imagens, ou seja, na linguagem não-verbal.
3º Cada grupo postará aqui no blog sua produção textual, lembrando que os poemas devem seguir a estrutura poética do Parnasianismo, ou seja, rima, métrica, ritmo e imagens.
4º Com a ajuda de uma câmera digital ou celular cada grupo fará um pequeno vídeo relatando os problemas & sucessos que o grupo enfrentou durante a execução da atividade.
5º Disponibilizar o vídeo no youtube e postar o endereço aqui no blog para que os colegas possam assistir e comentar.


Conto com vocês!!!!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vamos conhecer mais um pouco sobre o Parnasianismo?

Olá, meninos e meninas da 2002!!!
Neste  bimestre vamos aprender um pouco sobre o Parnasianismo na Literatura Brasileira.
Vamos assistir?

Sejam bem-vindos!!!!

Teia da Aranha

Olá a todos!
É com grande prazer que recebo vocês aqui! Este será o nosso espaço para descobrir o quanto pode ser divertido aprender e trocar experiências com novos e velhos amigos.
E para começar que tal ler um texto de Rubem Alves para refletir um pouco sobre o papel que um educador tem em  nossas vidas e como essa relação pode ser fortalecida com laços de amizade e respeito, desde que ambos estejam dispostos a isso.
Um forte abraço a todos e até breve!

Vamos ao texto!
"Uma aranha fez sua teia num canto do meu escritório. Eu a descobri ontem e, com a minha vassoura, tratei de me livrar dela. Teias de aranha são sinais de descaso e eu não queria que aqueles que me visitam pensassem mal de mim. Mas hoje ela está no mesmo lugar. Durante a noite refez sua teia. Acho que ela gostou do lugar, me perdoou e confia na minha compreensão. Compreende. E decidi que ela vai ser minha companheira.
Embora ela não saiba falar, ela me fez pensar. Confesso que a aranha me fascinou. Primeiro por aquilo que vejo. Lá está ela, segura e feliz, pendurada sobre o vazio. Não existe hesitação alguma nos seu passos. Suas longas pernas se movem sobre os finos fios de sua teia com tranquila precisão, como se fossem dedos de um violinista, dançando sobre as cordas. Sua teia é coisa frágil, feita com fios quase invisíveis. E, no entanto, é perfeita, simétrica, bela, perfeitamente adequada ao seu propósito. Mas o fascínio tem a ver com aquilo que não vejo e só posso imaginar. Imagino aquela criaturinha quase invisível suas patas coladas à parede. Ela vê as outras paredes, tão distantes, e mede os espaços vazios. E só pode contar com uma coisa para o trabalho incrível que está para ser iniciado: um fio, ainda escondido dentro de seu corpo. E, então repentinamente, um salto sobre o abismo, e um universo começa a ser criado...
Em outros tempos acho que fui um bom professor. Como a aranha eu sabia tecer a minha teia de palavras. Eu sabia o que ensinava e só ensinava o que sabia... Bons professores, como a aranha, sabem que lições, estas teias de palavras, não podem ser tecidas no vazio. Elas precisam de fundamentos. Os fios, por finos e leves que sejam, têm de estar amarrados a coisas sólidas: árvores, paredes, caibros. Se as amarras são cortadas a teia é soprada pelo vento, e a aranha perde a casa...”Professores sabem que isto vale também para a educação...
RUBEM, Alves, em seu livro: O POETA, O GUERREIRO, O PROFETA